O impacto da segurança frágil das PMEs

Atualmente, 43% dos ataques cibernéticos concentram-se em pequenas e médias empresas (PMEs), justamente pela facilidade encontrada em violar dados onde não há um esquema de segurança qualificado.

Estas empresas se tornaram um alvo fácil para os cibercriminosos e, em muitos casos, o prejuízo pode ser irreversível.

É necessário investir em segurança para não pagar o custo do risco

Para 16% das empresas a revisão de suas políticas de segurança só aconteceu depois de uma violação. Não priorizar o nível da qualidade de suas medidas de proteção é deixar seu negócio vulnerável e passivo de múltiplos ataques. Colocar o investimento de segurança cibernética em segundo plano é negligenciar a própria corporação.

Inviabilizar condições para uma segurança computacional coloca a totalidade da empresa em risco. Hoje, 60% das PMEs deixam o mercado depois de um ataque, mas essa estatística poderia ser diferente. Se os protocolos de segurança digital fossem categorizados como fundamentais e praticados em grande escala, esse número não seria tão alto.

Ampla segurança é um custo-benefício possível para qualquer empresa

Quando falamos em recursos digitais e conectividade, estamos abordando um conjunto de tecnologias essenciais para empresas de todo porte e segmento. Cerca de 72% dos negócios foram afetados através de e-mail fraudulento e 65% das empresas não têm políticas de segurança para senhas ou verificação em duas etapas.

Com o mercado repleto de soluções eficientes e adaptáveis ao objetivo financeiro das pequenas e médias empresas, o custo da proteção se tornou acessível e evita gastos maiores com violações drásticas. A democratização da alta segurança já é uma realidade, basta receber a devida atenção por parte das empresas.

Como e quando recorrer ao plano de segurança cibernética?

Hoje e agora! O plano de segurança cibernética é uma urgência que precisa ser levada a sério neste exato momento. Conhecer as necessidades do negócio e perceber seus pontos de vulnerabilidades é saber de onde a revitalização dos padrões de segurança deve partir. A identificação e correção da falha é um bom início para um projeto de proteção competente.

Atuar com antecedência ao risco é tão necessário quanto desenvolver a capacidade de corrigi-lo. Sistemas de segurança preparam empresas para lidar com situações previsíveis ou inesperadas. Com a evolução dos meios de ataques, a infraestrutura de proteção também precisa aprimorar suas técnicas e modernizar suas ferramentas.

Toda promoção de segurança é ação iniciada no interior da corporação

A violação de dados pode ser causada por erro humano ou falha sistêmica, mas 48% delas é resultado de ações maliciosas, tais como ransomware, phishing, spam, ataques em cloud e ofensivas em aparelhos móveis. Quase 75% das pequenas empresas não têm seguro contra riscos cibernéticos e reestruturar sua política de segurança interna é a opção mais ágil para promover uma performance segura.

A gestão de risco e o plano de governança cooperam com a sofisticação do plano de segurança. Uma rotina focada em avaliar a rede, supervisionar canais de comunicação e vistoriar acessos ou procedência de credenciais precisam ser procedimentos comuns e básicos no cotidiano de qualquer empresa.

Quando a empresa não está preparada para lidar com a segurança

PMEs possuem mais do que orçamentos restritos. Seu capital humano também é limitado e, muitas vezes, a maior dificuldade está em designar responsáveis para planejar e monitorar as políticas de segurança.

Isto, aliado à falta de expertise e a atual situação da econômica, que inibe a realização de investimentos pesados pode ser um enorme desafio para que as pequenas e médias empresas possam proteger sua infraestrutura e dados contra ataques.

Por isso, atualmente é cada vez mais comum a contratação de Serviços Gerenciados – também chamados de MSP (Managed Service Providers)  – onde a PME conta com uma empresa especializada em fornecer as soluções necessárias inclusas no serviço, cuja cobrança é no formato mensal.

Esta modalidade impede a necessidade de grande investimento a curto prazo, além de entregar melhor qualidade e garantia, já que conta com equipe capacitada na instalação e manutenção, bem como softwares competentes, equivalentes aos utilizados por grandes corporações.

Qualificar a segurança é conseguir impulsionar negócios

O nível da conectividade atual evolui em alta velocidade. Nesse panorama comercial, firmar-se no mercado é demonstrar capacidade de lidar com esse fluxo de interatividade. A segurança requer esse mesmo índice de qualidade e rapidez. As PMEs precisam adaptar seus negócios aos requisitos de proteção desse novo cenário.

Reconhecer a seriedade das políticas de segurança e dos benefícios da transformação digital é munir empresas de vantagens essenciais para o seu posicionamento e permanência no mercado. Quando a segurança vira uma prioridade, o crescimento do negócio se torna uma condição permanente.

 

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