O vazamento de dados não deve ser normalizado, mas sim, evitado.

Pequenos negócios lideram o índice de vazamento de dados, seja ele acidental ou intencional. Estudo do Ponemon Institute aponta que, só em 2019, 63% das pequenas empresas enfrentaram vazamento de informações, e 52% deles tiveram como alvo dados de clientes. Esse tipo de risco não pode ser tratado com normalidade, nem enfrentado com estratégias obsoletas.

O real estado das pequenas empresas

A gravidade do vazamento de dados já obtém atenção do mercado e de instituições judiciais. Hoje, um pequeno negócio e uma grande corporação precisam seguir as mesmas regulamentações.

A LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), com data de vigência a partir de agosto de 2020 , terá multas e outras punições emitidas a partir do próximo ano.

Adequar-se aos requisitos de segurança defendidos pela LGPD, é um desafio ainda maior para as pequenas empresas.

A primeira medida para corrigir essa desvantagem e risco iminente é possuir uma infraestrutura adequada, com monitoramento de rede, detecção e correção de vulnerabilidades.

Reavaliar processos internos, definir novos protocolos de comunicação, aderir ao recurso de criptografia e contratar serviços gerenciados são algumas soluções com resultados imediatos e de implementação com custo reduzido.

Invista em segurança cibernética para não arcar com o custo do vazamento

Mesmo com equipes reduzidas e engajadas, 63% dos vazamentos de dados são resultados da negligência de colaboradores. Cerca de 29% dos ataques digitais foram permitidos depois de credenciais de acesso serem vazadas por funcionários (intencionalmente ou por erro). Atualmente, cerca de 25% das pequenas e médias empresas declaram falência após sofrer este tipo de golpe cibernético.

Aproximadamente 32% dos vazamentos são causados por phishings, um mecanismo que furta dados de funcionários para beneficiar terceiros.

O Brasil é o país mais predisposto ao vazamento de dados, com um índice de 43%. O motivo desse resultado se deve ao fato da ausência de uma política de segurança e a falta de tecnologias cibernéticas no cotidiano das pequenas e médias empresas.

Como modernizar a infraestrutura de negócios e sofisticar sua segurança?

Citar as estratégias de segurança para pequenas empresas é tarefa simples, porém, muito longa, devido ao grande número de opções em funcionalidades e custo-benefício. Mas podemos abordar o DLP (sigla em inglês para Data Loss Prevention) como uma das principais e de eficiência mais instantânea.

A principal função de uma solução de DLP é atuar  com ênfase no controle contra a perda de informações. Pequenas empresas do segmento de varejo e logística, por exemplo, são as que mais iniciaram uma experiência de segurança cibernética facilitada, compatível com o nível da sua necessidade e do seu investimento inicial.

Como apoio aos pequenos negócios, temos plataformas de grandes corporações, como Mercado Livre e Amazon, executando protocolos de DLP para proteger dados de consumidores e auxiliar micro empreendedores em desenvolver um negócio online seguro.

A ampla segurança não custa muito, mas o vazamento de dados sim.

À frente das ameaças avançadas e do número crescente de vazamento de dados em pequenas empresas, é inviável adiar o uso de tecnologias como a de DLP.

Transformar digitalmente o negócio não é uma necessidade passageira, é um fundamento fixo e que precisa ser praticado o quanto antes, seja para fortalecer a segurança ou melhorar a experiência do cliente.

Estejam os dados em aparelhos híbridos, plataformas locais ou na nuvem, com a inteligência artificial e as melhores tecnologias cibernéticas é possível garantir alta segurança com baixo investimento e evitar custos maiores com os impactos de um vazamento.

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